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ONDE USAR CADA TIPO DE MADEIRA
Quando todos os olhares se voltam para o desmatamento das florestas brasileiras, o uso de madeira nativa é posto à prova. Estudiosos da área, no entanto, afirmam que a solução não está em bani-la da obra. Proibi-la significa atestarmos que a nossa floresta não tem valor. É preciso ressaltar a importância de uma aquisição consciente. Ela começa pela seleção dos fornecedores.

Para a estrutura da casa
Para a estrutura da casa, o melhor são as opções de alta densidade. Em geral, quanto mais pesada, maior a resistência mecânica e a durabilidade. Estas espécies nativas têm densidade e resistência altas ao ataque de fungos e cupins – menos a tatajuba, de densidade e resistência médias – e documento de origem florestal (DOF).

Boas para o telhado
No telhado, garapeira é bem-vinda. Mas ela deve ficar protegida da chuva, pois apodrece rápido, o cambará é indicado, mas pede atenção. Seu alburno [parte periférica do tronco] tem muito amido, alimento de cupim. Por isso, proteja bem a madeira. A cupiúba e o angelim-vermelho, extremamente resistentes, têm o problema do mau cheiro. Dizem que o odor diminui, mas na verdade é o olfato que se acostuma.

Espécies de reflorestamento
Para equilibrar o consumo de árvores nativas, desde os anos 60 o Brasil passou a contar com espécies plantadas. As madeiras de reflorestamento, como pínus e eucalipto, podem ser cortadas com idade entre 10 e 15 anos, enquanto qualquer nativa precisa de mais de 30 anos. Há 6,1 milhões de hectares de florestas plantadas e devemos dobrar esse número em até oito anos. Mas alguns cuidados precisam ser lembrados, já que essas árvores não dispõem de alta resistência natural e pedem tratamento químico em autoclave.

Nativas certificadas
Há quem defenda que a única forma de ter certeza sobre a procedência legal é comprar madeiras com selos de certificação – só o DOF não bastaria. Eles atestam que a extração de nativas e reflorestadas seguiu planos de manejo sustentável, em que se retiram controladamente as árvores, com baixo impacto ambiental e preocupação social. Mesmo que certa carga de madeira tenha entrado legalmente em São Paulo, não significa que ela tenha sido produzida de forma legalizada. Algumas espécies têm densidade e resistência altas ao ataque de fungos e cupins – menos a muiracatiara, com durabilidade menor em relação a cupins.












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